12 comidas que são um abraço no estômago

Comida afetiva é algo muito particular, depende da região que cresceu, da criação, de quem preparava a comida, dos temperos, das manias e costumes. Mas muitas podem ser meio iguais para muita gente, então montei uma listinha para dar fome e para dar vontade em muita gente desse abraço gostoso.

1 – Arroz com feijão fresco

O tempero pode variar, com alho, cebola, arroz branco ou integral, feijão preto ou branco. Os acompanhamentos então são infinitos e cada casa tem o seu. Purê de batatas, ovo frito, bife acebolado, fígado, legumes, batata palha, saladinha de tomate, alface, farofa. Aquele prato sem luxo, mas com muito amor e sabor.

E se alimento é o melhor remédio, esse é aquele completo! Bom para o corpo e para a alma.

2 – Misto quente, bauru ou queijo quente

Não importa o nome que foi dado na sua casa ou região, mas duas fatias de pão de forma ou, caseiro ou não, melhor ainda, pão francês; uma ou mais fatias generosas de queijo, com ou sem presunto, com ou sem tomate. Feito na chapa, na bauruzeira, não importa, é o melhor sanduíche que pode existir! Simples, daqueles que não tem erro, comemos bem felizes em casa, mas na estrada indo visitar algum familiar tem um gostinho ainda mais especial!

3 – Vitamina de frutas

Na minha família a vitamina sempre foi básica, com leite, mamão, banana e maçã. Só! Era um lanche maravilhoso e que não bebo faz anos. Mas é uma lembrança de infância, as vezes pela manhã, na volta da escola, nas férias. Mas aquele lanche prático que acabamos esquecendo com o tempo. Tão simples, tudo no liquidificador, um pouco de mel, de aveia e as frutas que tem em casa, pode ser só banana, maçã, com morango ou qualquer outra fruta que goste.Tem até a brasileira vitamina de abacate. Nada de nome chique, nada de suco verde ou smoothie, a boa e velha vitamina!

4 – Bolinho de chuva

É uma lembrança de férias para a grande maioria né? Tem família que coloca canela com o açúcar, outra que coloca banana na massa ou até goiabada. Mas o momento de comer o bolinho de chuva, pegar as pontinhas de massa que desprenderam do bolinho e ficam mais crocantes, lamber os dedos cheios de açúcar. Isso é impagável e muito prazeroso.

5 – Leite quente

Pode ser com chocolate, com cappuccino, com chá ou só adoçado e com canela. Mas uma bebida quente, simples e saborosa que saboreamos no frio, a noite cansada, no dia de chuva. Mas se puxar na memória, é aquela bebida que bebíamos nas férias de inverno, no dia gostoso em casa ou até um pouco doente e sendo mimada. E eu me incluo nas 3 opções ali, muitas vezes era chocolate quente, desses bem cremoso, outras era leite quente com chá de camomila, ou ainda só leite quente, com espuminha, adoçado e aquela pitada de canela por cima. São bebidas reconfortantes e cada uma tem sua função e sei jeito de abraçar sabe?

6 – Almoço de domingo

O prato aqui é aquele típico da família de cada um, a macarronada da vó, o strogonoff, o churrasco, a torta, o empadão, a lasanha. Mas é aquele prato que não se come todo dia, mas quase que semanalmente. É aquele prato que tira da rotina sem luxo, sem precisar procurar por um restaurante diferente.

7 – Pão na chapa e café

Não tem jeito melhor de começar o dia! Pode ser até um pingado ou suco de laranja. Mas o pão na chapa não pode faltar. Daqueles bem feito, que forma uma camada douradinha no pão sem queimar (eu nunca consigo e acabo queimando). Pode ser feito em casa aproveitando o pão do dia anterior ou naquela padaria do bairro que você frequenta. Pão na chapa sempre ganha o coração e dá um pontapé perfeito para o começo do dia.

8 – Pão caseiro

Minha memória trazem dois tipos, um de mandioca que minha falecida vó fazia e ninguém jamais acertou a receita. E outro da outra vó, um pãozinho simples que já até ensinei aqui no blog. Mas é aquele pão quentinho, que nos deliciamos beliscando a massa crua e ficamos ansiosos para tirar do forno e passar a manteiga e ver derretendo na hora. Mas pode ser da vó, da mãe, da tia, da vizinha, o que importa é aquele pão caseiro gostoso, leve e macio, molhadinho. Não tem igual e são raros de encontrar!

9 – Pão de queijo

Caseiro ou aquele congelado gostosinho. Não importa! Mas pão de queijo saindo do forno é a melhor pausa na vida. Com recheio, com bebida acompanhando, do jeito que quiser. Pode ser só aquele para acompanhar o café e enganar o estômago no meio da rotina, o pão de queijo abraça e tudo fica bem.

10 – Brigadeiro de panela

Esse combate o dia de chuva, a TPM, acompanha a maratona de série, o foco no trabalho em casa. Ir pegando com colher pequena então é melhor ainda, eu acho, ou só encher uma colher grande e ir pro sofá. E ainda dá para caprichar fazendo com chocolates diferentes, colocar amendoim, castanha ou comer com frutas. O importante mesmo é o brigadeiro e a ansiedade para ele esfriar o suficiente para não queimar a boca.

11 – Pizza

Se tudo acaba em pizza, tudo bem! Não tem problema, não tem tempo ruim. Acabar em pizza é bom sempre. Só de queijo, com a cobertura favorita, com ou sem borda de catupiry. Escolher a pizza não tem erro, agrada quase todo mundo, é comida que se divide ou se come sozinho, dependendo o do tamanho. No meio da semana com preguiça de fazer janta, no encontro com os amigos, na festa de aniversário, no domingo a noite, tanto faz. A pizza é sempre uma boa solução!

12 – Bolo

Eu sou daquelas que ama um bolo de bolo, sem cobertura, simples de tudo, de fubá, de baunilha, de banana, de cenoura. E se for com cobertura, é aquela simples, sem nada de mais, sem exagero, só pra molhar o bolo sem roubar a cena. Bolo é aquele acompanhamento pro café, aquela desculpa para parar na cozinha e beliscar algo, sobremesa no café da manhã, almoço, lanche e jantar. Bolo é sinônimo de festa e aniversário, então é uma boa desculpa para celebrar todo dia e adoçar a vida!

E pronto, foram nessas delícias que consegui pensar e que são abraços deliciosos no estômago e na alma. Mas eu sei que pode variar muito, então conta aí qual é a sua comida afetiva?

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Mari Medeiros

Relações Públicas, fotógrafa, maquiadora, conectada e que gosta de fazer de tudo um pouco pra não cair no tédio.