Analisando o filme – Comer, Rezar, Amar

Oi pessoal,

Antes de assistir ao filme li algumas críticas e já fui esperando assistir algo mais ou menos. Uma representação da Julia Roberts meia boca e o Javier Bardem como um amante latino e não brasileiro.

O que eu encontrei? O livro em movimento. Um dos meus primeiros posts foi logo que eu havia terminado de ler o livro e eu estava realmente empolgada para assistir ao filme. Seis meses depois estou aqui para falar desta vez do filme.

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Como eu não li o livro novamente antes de ver o filme, não havia muita comparação, ver o que faltou, o que foi mudado. Acho que prefiro desta forma, com a sagas Harry Potter e Crepúsculo aprendi que quanto mais claro o livro está na memória, maior é a decepção diante do filme.

E eu amei o filme, totalmente, do começo ao fim. E muitas cenas só fizeram me lembrar do livro já esquecido. Como os flashbacks dela durante a viagem, a depressão, as filosofias diante de coisas cotidianas, os conselhos de amigos.

Ponto forte do filme é sua sequencia, expressões da Julia Roberts que eu enxergo como muito próximo que eu imaginaria da verdadeira Liz.

Ponto fraco, como eu já havia lido é o português do Javier, quando ele coloca palavras em português no meio da frase em inglês é super aceitável, porque fica realmente confuso mesmo se fosse um brasileiro falando, mas quando ele fala com o filho a fala sai totalmente enrolada e dá uma certa agonia.

Mas enfim, dá para ignorar e ficar só na legenda normal e aproveitar o filme todo.

E ainda dá mais vontade de sair do cinema e viajar, conhecer o mundo, se conhecer melhor, comer muito macarrão, pizza, tomar vinho e tentar meditar!

BeijoTchau

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