Compra-se um metabolismo melhor – Uma semana de aniversário

Quando eu decidi dessa vez mudar minha alimentação e a forma de ver exercícios, foi finalmente uma mudança de dentro para fora, que por enquanto só de dentro, de fora, eu espero que os resultados comecem a aparecer em breve. E dessa vez eu sei que foi pra valer, não foi para fazer triste, por obrigação, muito menos para me sentir triste de ter comidas que não poderei comer. E talvez funcione só assim para mim. Mas Mari, como assim? Para facilitar esse entendimento, alguns exemplos: não tive vontade de beber o meu vinho, que sempre foi sagrado nos finais de semana (e as vezes durante a semana) – nesse quesito no domingo eu bebi meia taça de vinho branco para acompanhar o Gui, mas não era um desejo ou necessidade. Durante a semana saíram as fotos e descrições dos sanduíches e restaurantes participantes do Festival de Hambúrguer que rola em Curitiba, eu abri o site, olhei por cima as fotos e algumas descrições e nada, nenhuma lombriga fez escândalo e nem tive qualquer reação, só fechei a janela e vida continuou perfeitamente. Tenho tido prazer em cozinhar, montar salada, temperos, criar legumes com temperos e misturas; e até mesmo o dia que estava com muita preguiça, fiz um super almoço colorido e cheio de sabor. Fiquei poucas vezes com fome ou morrendo de fome, como eu costumava dizer. Os desejos de doce são saciados mais facilmente ou esquecidos com criações mais simples com frutas, gelatina ou vitamina de frutas. E a única vontade que mais forçou minha mente e desejo foi pizza, porque sempre aparece em algum lugar da internet, mas depois a vontade passa.

Estou contando calorias com ajuda de um aplicativo (farei um post sobre ele em breve), coloco tudo que como, até os temperos das saladas e me controlo super bem quando vejo que algo pesou mais na soma final do dia. E o aplicativo conta também as calorias gastas durante o sono e as atividades físicas que eu acrescentar.

Não fiquei louca e abandonei tanta comida que amo, mas entendi que por um tempo elas não devem ser minha prioridade ou primeira opção na hora de fazer comida em casa ou no cardápio do restaurante. Então tenho orgulho de dizer que tem uma semana que não como arroz branco nem macarrão ou pão. As fontes de farinha branca que ingeri foram em wrap e um dia que fiz waffle de banana para todos em casa e comi também. Mas tenho evitado sim e pela primeira vez não vejo problema.

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Em uma semana, tive apenas um dia sem exercício físico porque não consegui encaixar no meu dia. Mas em todos os outros eu saí para caminhar e em todos eu tentei dar algumas corridas para começar a treinar meu corpo para correr um dia. Saí para caminhar até no dia que não tinha vontade de trocar de roupa ou de pensar em fazer qualquer atividade básica. E tenho saído depois das 17 horas para ter um pôr do sol lindo como paisagem no caminho de volta – ou de ida se saí um pouco mais tarde. Então vejo vantagens em andar lá fora.

Tenho um creme para celulite e tenho usado após o banho fazendo um pouco de massagem para tentar mudar minha pele.

Ainda não senti nenhuma mudança no meu corpo, porque como o título dessa série aponta, meu metabolismo deve estar hibernando ou realmente não funciona. Mas sinto uma mudança de pensamento, tenho me sentido mais ativa e mais feliz. Não que eu não tenha preguiça ou seja uma entusiasta e acorde feliz, nada disso, eu continuo eu.

E tenho recaídas e tristeza quando minha balança no banheiro ressuscita e eu subo nela (tá acabando a pilha faz tempo) e descubro que meu peso é maior que eu imaginava, ou ainda, aumentou um pouco desde que comecei. E isso aconteceu duas vezes nessa semana. Dá um cansaço mental instantâneo. Mas aí eu penso: de quê adianta ficar triste? Meu corpo não funciona como de muita gente e eu já tô careca de saber disso, não é uma semana de dieta ou aquela dieta da capa da revista que vai me fazer voltar para meu peso ideal, muito menos em uma semana. Então volto ao pensamento de mudança, abandonando velhos comportamentos  e sendo feliz com um prato colorido e saudável.

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Mari Medeiros

Relações Públicas, fotógrafa, maquiadora, conectada e que gosta de fazer de tudo um pouco pra não cair no tédio.