Livro – A Livraria Mágica de Paris

E depois de muito tempo, terminei meu livro favorito até o momento. Enrolei para ler “A Livraria Mágica de Paris” mesmo, fui aos poucos, saboreando, absorvendo cada frase bonita, cada mensagem, cada passagem da história. Ao contrário de muito livro bom, que eu chego em uma parte e não consigo parar de ler até o final, este eu não quis devorar em uma sentada, sabia que ia perder alguns momentos com a pressa.

Quem me acompanha no Instagram viu diversos posts no stories com trechos maravilhosos do livro, falas dos personagens que poderiam muito bem ser ditas numa palestra ou até em um desses livros de auto ajuda. Mas não nos bobos, e sim naqueles que vamos lendo e levando tapas, acordando pra tanta coisa.

Posso oficialmente dizer que amei a forma de escrever da Nina George, e possivelmente ela tenha virado minha autora favorita neste momento. É pra tanto sim! Ela escreve de um jeito tão bonito, com floreios, mas sem ser enrolado ou complexo. A forma de ela levar a história, de descrever sentimento e jeitos dos personagens deixa tudo tão mais bonito e sensível. O livro ser bom é mérito todo dela e seu jeito de escrever.

Essa é a apresentação do livro:

O livreiro parisiense Jean Perdu sabe exatamente que livro cada cliente deve ler para amenizar os sofrimentos da alma. Em seu barco livraria, ele vende romances como se fossem remédios. Infelizmente, o único sofrimento que não consegue curar é o seu: a desilusão amorosa que o atormenta há 21 anos, desde que a bela Manon partiu enquanto ele dormia. Tudo o que ela deixou foi uma carta que Perdu não teve coragem de ler. Até um determinado verão o verão que muda tudo e que leva Monsieur Perdu a abandonar a casa na estreita rua Montagnard e a embarcar numa jornada que o levará ao coração da Provence e de volta ao mundo dos vivos. Sucesso de público e crítica, repleto de momentos deliciosos e salpicado com uma boa dose de aventura, A livraria mágica de Paris é uma carta de amor aos livros perfeito para quem acredita no poder que as histórias têm de influenciar nossas vidas.

Então, Jean Perdu, um livreiro que tem sua livraria em um barco em Paris, que receita livros como se fossem remédios, consegue ler em cada olhar de cliente o que eles realmente precisam e se nega a vender qualquer livro que peguem na estante. Se a pessoa precisa chorar e lamentar um grande amor perdido, se precisa de um pouco de aventura para sair da vida monótona, se um romance é melhor para alguém ou se na verdade só vai piorar a situação. Mas na verdade ele mesmo sofre há anos por um grande amor que partiu e que ele sabia muito pouco, mas que viveu intensamente. Vive sua vida fugindo de contato humano, de sentimentos, vive muito pouco. Até que ele acaba tendo que ler a carta de despedida de Manon e sua vida tem uma reviravolta e então começa uma grande aventura em seu barco,com muita companhia no caminho. E os personagens que passam ao seu lado, se desenvolvem junto com ele e ajudam ele a se desenvolver, se entender. É tão bonito!

E no meio disso tudo ele tem diálogos profundos, e neles que passam algumas mensagens que faz a gente parar, voltar e ler ela 3 ou 4 vezes. Eu nunca fui dessas que pega frases bonitas, sigo lendo sem registrar. Mas nesse livro foi impossível não prestar atenção nesses momentos, fotografei alguns e postei no Stories, voltei em alguns para ler para meu marido e me arrependi de não ter um bloco de post-it ao lado para ir salvando a página com frase importante.

Agora já quero ler os outros livros dela e ver o que ela criou. Mas de verdade, esse é tão bonito, as descrições das cidades que ele passa, o caminho de barco, a descrição do seu apartamento, até mesmo de autores e livros fictícios. E agora eu já quero ir indicando ele pra quem eu sei que também vai gostar muito, porque sou dessas, quando gosto de um livro eu quero contar, quero compartilhar a história.

E você já leu? Não? Então pode comprar ele aqui:

 

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Mari Medeiros

Relações Públicas, fotógrafa, maquiadora, conectada e que gosta de fazer de tudo um pouco pra não cair no tédio.

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