Livro – Doces dias Ácidos

Não lembro como conheci o trabalho da Taty Ferreira. Devo ter lido alguns posts dela lá das antiga, antes mesmo do canal. Mas no último ano virei inscrita assídua de seu canal no You Tube – o Acidez Feminina. A idade, os pensamentos, tudo bate sabe? Me identifico muito com ela e amo o sotaque mineiro dum tanto! E no meio disso ela avisou do seu livro e então divulgou data para Curitiba. Nem sabia do que se tratava, nem tinha comprado na pré venda ou algo parecido, mas fui lá ver de pertinho, bater um papo e já comprar o livro né! Sou dessas sim que apoia o trabalho dos outros com orgulho, e ainda vou divulgando pra mais gente conhecer.

Enfim, depois de um tempo, finalmente chegou a vez de ler Doces Dias Ácidos (tô diminuindo rapidamente minha fila de livros \o/). E posso dizer que se eu tivesse na praia durante o feriado teria terminado ele em um diazinho só. Mas como o feriado foi em casa, com internet boa e mais distrações, foram em dois dias.

Antes de eu falar sobre o que eu achei, aqui vai um resuminho que tá pela internet:

Uma jovem arquiteta constrói projetos e plantas dos sonhos de outras pessoas, enquanto não consegue construir seu próprio caminho. Aos vinte e poucos anos, se vê frustrada, morando numa quitinete, enfrentando dilemas existenciais e sem planos concretos para o futuro. Após um grave acidente encontra forças para traçar novas linhas de sua história. Conflitos internos, a convivência com o luto, o recomeço, a conquista da independência. Tudo passa como um filme em sua cabeça enquanto embarca na viagem que a enviará de volta para sua cidade natal.

Sim, tem drama, tem relacionamento, tem tristeza, tem crescimento, sonhos e falta deles. E já nas primeiras páginas eu abracei a protagonista (ela não tem nome). Queria ser amiga dela, ajudar a encarar a barra, o sofrimento, a perda, a busca pelo próximo capítulo. Mas a verdade mesmo é que eu me senti um pouco ela. E quando quando tudo começa a encaminhar eu fiquei na torcida para não acontecer nada de ruim, porque ela merecia ser feliz.

E foi assim que devorei o livro, porque além da história te segurar e te deixar torcendo por ela, queria saber como seria o fim. A leitura é super fácil, sem enrolação, com descrição para te situar dos lugares e pessoas, mas sem enrolação, deixando um pouco pra minha imaginação. Do jeitinho que eu gosto sabe?

Se você se interessou, pode comprar o livro aqui:

 

E se você tem o costume de usar o Goodreads, me segue lá, eu vou atualizando diariamente o que estou lendo e que página parei. E tenho um desafio de ler 24 livros neste ano, porém estou super longe de atingir essa meta! Será que consigo ler 13 livros até o dia 31 de dezembro?

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Mari Medeiros

Relações Públicas, fotógrafa, maquiadora, conectada e que gosta de fazer de tudo um pouco pra não cair no tédio.